SEPSE DE ORIGEM INFECCIOSA: BIOMARCADORES EMERGENTES E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA DIAGNÓSTICO PRECOCE E REDUÇÃO DA MORTALIDADE

Autores/as

  • Fernando Castelo Branco Junior
  • Diêgo Nunes Ricarte
  • Paula Dittrich Corrêa
  • Ana Cristina Ferreira Fonseca Rocha
  • Isabel de Paula Fregnani Palacios
  • Angélica Caroline de Freitas Silva
  • Kelly Ribeiro Oliveira Picoli
  • Alneide Souza Leite

DOI:

https://doi.org/10.63330/sasciencesv6n2-143

Palabras clave:

Biomarcadores, Diagnóstico precoce, Inteligência artificial, Mortalidade, Sepse

Resumen

A sepse de origem infecciosa representa uma das principais causas de morbidade e mortalidade em serviços de urgência, emergência e terapia intensiva, exigindo diagnóstico precoce e intervenção terapêutica imediata para melhorar os desfechos clínicos. O estudo tem como objetivo analisar as evidências científicas sobre a utilização de biomarcadores emergentes e ferramentas baseadas em inteligência artificial como estratégias para o diagnóstico precoce da sepse e a redução da mortalidade. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, realizada por meio da análise de artigos científicos, diretrizes internacionais e documentos técnicos publicados sobre sepse, biomarcadores e aplicações da inteligência artificial na prática clínica. As evidências demonstram que biomarcadores como procalcitonina, presepsina, interleucina-6, proteína C reativa e lactato apresentam potencial para auxiliar na identificação precoce da resposta inflamatória sistêmica, especialmente quando associados a algoritmos de aprendizado de máquina capazes de integrar dados clínicos, laboratoriais e fisiológicos em tempo real. Os estudos também indicam que modelos de inteligência artificial podem aumentar a sensibilidade diagnóstica, reduzir o tempo para reconhecimento da sepse e favorecer o início precoce do tratamento, contribuindo para a diminuição da mortalidade hospitalar. Conclui-se que a integração entre biomarcadores emergentes e inteligência artificial representa uma estratégia promissora para aprimorar o diagnóstico precoce, apoiar a tomada de decisão clínica e fortalecer a segurança do paciente, embora sua ampla implementação ainda dependa de validação clínica, padronização dos algoritmos e infraestrutura tecnológica adequada.

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Citas

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Publicado

2026-08-24

Cómo citar

Castelo Branco Junior, F. ., Ricarte, D. N. ., Corrêa, P. D. ., Rocha, A. C. F. F. ., Palacios, I. de P. F. ., Silva, A. C. de F. ., Picoli, K. R. O. ., & Leite, . A. S. . (2026). SEPSE DE ORIGEM INFECCIOSA: BIOMARCADORES EMERGENTES E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA DIAGNÓSTICO PRECOCE E REDUÇÃO DA MORTALIDADE. South American Sciences, 6(2), e26369. https://doi.org/10.63330/sasciencesv6n2-143

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