PEDAGOGICAL PRAXIS AND PSYCHOLOGICAL SUFFERING: A COMPLEX ANALYSIS OF FIVE STATE SCHOOLS THROUGH THE LENS OF EDGAR MORIN
DOI:
https://doi.org/10.63330/sasciencesv6n2-104Keywords:
Blindness of Knowledge, Complexity Theory, Edgar Morin, High School, Pedagogical PraxisAbstract
This article analyzes the incorporation of Edgar Morin's Complexity Theory into contemporary pedagogical dynamics, aiming to overcome the traditional-punitive paradigm surrounding cognitive deviations in the school journey. Methodologically, the investigation is configured as an exploratory qualitative study, whose empirical corpus derived from field research conducted in five public high schools, articulated with a narrative literature review. Faced with the Cartesian teaching model, characterized by disciplinary hyper-fragmentation, it discusses the incidence of the "blindness of knowledge" on daily school reality. The results evidence that the assumption of the nuances of learning and idiosyncratic trajectories in the teaching-learning process constitutes an imperative condition to mitigate the psychic suffering resulting from institutional pressures and competitiveness during student transition. It concludes that the epistemology of complexity reclaims an eminently human, transdisciplinary, and empathetic educational praxis, in which the vicissitudes of knowledge are conceived as constructive elements and catalysts for cognitive emancipation.
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