O NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA E BURNOUT ACADÊMICO EM ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS
DOI:
https://doi.org/10.63330/sasciencesv6n2-282Palavras-chave:
Atividade física, Burnout acadêmico, Estudantes universitários, Saúde mental, Qualidade de vidaResumo
O presente estudo analisa a relação entre o nível de atividade física e a ocorrência da síndrome de burnout acadêmico em estudantes universitários, investigando os mecanismos psicológicos mediadores e os determinantes contextuais envolvidos nessa associação. Trata-se de uma pesquisa de Revisão Bibliográfica que sintetiza e integra evidências empíricas e revisões sistemáticas da literatura recente. Os objetivos do estudo concentram-se em identificar o impacto das práticas de exercícios físicos nas dimensões do burnout (exaustão emocional, despersonalização/cinismo e reduzida realização pessoal) e mapear os fatores mediadores como autoeficácia, resiliência, atenção plena e conexão com a natureza. A metodologia fundamenta-se na análise qualitativa e quantitativa integrada de dez publicações científicas indexadas em bases como PubMed e SciELO. Os principais resultados indicam que a atividade física regular apresenta uma associação inversa significativa com o esgotamento acadêmico, atuando diretamente na mitigação da exaustão e indiretamente por meio do fortalecimento da autoeficácia, resiliência, autoestima e atenção plena. Constatou-se ainda que modalidades ao ar livre e a ativação comportamental potencializam a proteção à saúde mental estudantil. Conclui-se que o incentivo à prática de atividade física no ambiente universitário constitui uma estratégia profilática essencial e eficaz para a promoção da qualidade de vida e a redução do estresse acadêmico.
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