DESCONEXÃO ENTRE PATRIMÔNIO GEOLÓGICO E PLANEJAMENTO TURÍSTICO NA BAHIA: ANÁLISE A PARTIR DO GEOSSIT E DO MAPA DO TURISMO BRASILEIRO
DOI:
https://doi.org/10.63330/sasciencesv6n2-099Palavras-chave:
Bahia, GEOSSIT, Geoturismo, Mapa do Turismo, Planejamento territorialResumo
A articulação entre inventários geológicos e instrumentos de planejamento turístico é fundamental para o desenvolvimento do geoturismo. Este artigo analisa a desconexão entre a plataforma GEOSSIT e o Mapa do Turismo Brasileiro 2025 no estado da Bahia. Foram analisados 151 geossítios cadastrados no GEOSSIT e sua distribuição em relação aos municípios baianos incluídos no Mapa do Turismo, organizados em 13 regiões turísticas. Os resultados revelam que a Chapada Diamantina concentra 42 geossítios (27,8%), enquanto regiões como Águas do Oeste (3 geossítios, 2,0%) e Caminhos do Sagrado (4 geossítios, 2,6%) apresentam baixíssima representatividade. A pesquisa evidencia que a ausência de integração entre as plataformas compromete a valorização do patrimônio geológico e a formulação de estratégias de geoconservação e desenvolvimento sustentável.
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